Introdução

A endoscopia digestiva, nestes últimos anos, revelou-se um instrumento de eleição quer no diagnóstico, quer no tratamento de diferentes doenças. Os avanços científicos desta técnica de diagnóstico e de tratamento obriga os enfermeiros, como elementos integrantes da equipa responsável pela sua execução, a desenvolver competências no sentido de prestar cuidados que promovam a qualidade de vida aos utentes submetidos a procedimentos endoscópicos. Para a aquisição dessas mesmas competências desenhamos um curricula para o Curso de Pós-graduação em Enfermagem de Endoscopia que pensamos, no seu todo, ser um veículo de excelência para a formação e o desempenho do enfermeiros em unidades de endoscopia.

Data de realização do curso

11 de Fevereiro de 2011

Áreas de conhecimento

  • Enfermagem

Estrutura curricular

MÓDULO 1 – INTRODUÇÃO À TEMÁTICA DA ENDOSCOPIA DIGESTIVA

  • A História da Endoscopia Digestiva
  • O Papel da Endoscopia na Patologia Digestiva – do Diagnóstico à Terapêutica
  • O Enfermeiro de Endoscopia Digestiva – Associações
  • O Impacto da Endoscopia na Vida do Utente

MÓDULO 2 – UNIDADE DE ENDOSCOPIA, PESSOAL E EQUIPAMENTO
  • Instalações, Organização e Dinâmica de uma Unidade de Endoscopia
  • Funções e Responsabilidades do Enfermeiro de Endoscopia na Unidade
  • A Endoscopia Centrada no Doente
  • O Equipamento Endoscópico

MÓDULO 3 – ENDOSCOPIA SOB ANESTESIA
  • Considerações gerais
  • Avaliação pré-anestésica e preparação do doente
  • Técnica anestésica
  • Recobro e critérios de alta
  • Complicações / Emergências

MÓDULO 4 – CONTROLO DE INFECÇÃO NUMA UNIDADE DE ENDOSCOPIA
  • Papel da Comissão de Controlo de Infecção numa Unidade de Endoscopia
  • Reprocessamento Manual e Automático de Endoscópios e Material Acessório
  • Limpeza e Desinfecção das Salas de Endoscopia e Sala de Desinfecção
  • Utilização de Equipamento de Protecção Individual
  • O Papel do Enfermeiro.

MÓDULO 5 – TUBO DIGESTIVO ALTO
  • Conceitos fundamentais de anatomia/fisiologia
  • Aparelho Digestivo Alto “visto” pelos olhos do endoscopista
  • Casos Clínicos: da patologia ao diagnóstico e terapêutica, incluindo situações de urgência. O papel do enfermeiro.

MÓDULO 6 – TUBO DIGESTIVO MÉDIO
  • Conceitos fundamentais de anatomia/fisiologia
  • Aparelho Digestivo Médio “visto” pelos olhos do endoscopista
  • Casos Clínicos: da patologia ao diagnóstico e terapêutica, incluindo situações de urgência. O papel do enfermeiro.

MÓDULO 7 – TUBO DIGESTIVO BAIXO
  • Conceitos fundamentais de anatomia/fisiologia
  • Aparelho Digestivo Baixo “visto” pelos olhos do endoscopista
  • Casos Clínicos: da patologia ao diagnóstico e terapêutica, incluindo situações de urgência. O papel do enfermeiro.

MÓDULO 8 – FÍGADO, VIAS BILIARES E PÂNCREAS
  • Conceitos fundamentais de anatomia/fisiologia
  • Aparelho Digestivo Baixo “visto” pelos olhos do endoscopista
  • Casos Clínicos: da patologia ao diagnóstico e terapêutica, incluindo situações de urgência. O papel do enfermeiro.

MÓDULO 9 – SEMINÁRIOS

MÓDULO 10 – ESTÁGIO DE OBSERVAÇÃO

Documentação necessária de candidatura

Curriculum Vitae em modelo Europass (Consulte os documentos de suporte);
Fotocópia do Certificado de Habilitações;
Preenchimento do boletim de candidatura (Consulte os documentos de suporte);
Fotocópia do Bilhete de Identidade, Cartão de Contribuinte ou do Cartão de Cidadão;
Cheque ou comprovativo de transferência para o NIB 0033.0000.00048634338.29, no valor da candidatura.

Informação e contactos

CESPU - Formação
Rua Central de Gandra, 1317
4585-116 Gandra - Paredes
Tel. 224 157 174/06
info@formacao.cespu.pt
www.cespu.pt

Local(is) de formação do curso

Campus Universitário de Gandra - Paredes
Campus Universitário de Gandra - Paredes
R. Central de Gandra, 1317
4585-116 GANDRA PRD - PORTUGAL

Entidades parceiras

Coordenação científica

Coordenação pedagógica

Objetivos

Esta Pós-Graduação pretende proporcionar aos enfermeiros um espaço de aquisição, reflexão e actualização de conhecimentos científicos na área da endoscopia digestiva, por forma a mobilizarem saberes teóricos, práticos e relacionais, numa perspectiva de intervenção mais eficaz, tendo em vista o bem-estar, a qualidade de vida do utente submetido a um procedimento endoscópico e os ganhos em saúde que daí advêm.

Objectivos Específicos

  • Optimizar os conhecimentos dos enfermeiros nas diferentes vertentes da endoscopia;
  • Demonstrar a importância do papel do enfermeiro junto do doente submetido a procedimentos endoscópicos, através da observação do mesmo nas unidades de endoscopia;

Resumo

Já se encontra aberta a 2ª fase de candidaturas.

Metodologia

As aulas serão teóricas e teórico-práticas, através da exposição das várias temáticas com análise e discussão de casos. As notas serão de 0 a 20. A avaliação da Pós Graduação realizar-se-á através de exame para os módulos teóricos, e apresentação de relatório para os estágios de observação.

Destinatários

Licenciatura em Enfermagem.

Candidatura e selecção

Análise curricular Académica e Profissional e ordem de inscrição.

Nº de vagas para o curso

24

Carga horária

176 Horas

Unidades de crédito do curso

17.5

Critérios de aprovação

O número de faltas não poderá exceder 20% da carga horária.
Aprovação a todos os módulos.

Duração e regime

O Curso decorrerá de Fevereiro a Novembro de 2011. As aulas decorrerão à sexta-feira, das 16h00 às 20h00 e ao sábado, das 09h00
às 13h00 e das 14h00 às 18h00, (quinzenalmente). O estágio de observação terá a duração de 50 horas, em horário laboral após o término dos módulos teóricos, em diferentes unidades de endoscopia.

Cronograma

PROVISÓRIO
11 e 12 de Fevereiro de 2011
25 e 26 de Fevereiro de 2011
11 e 12 de Março de 2011
25 e 26 de Março de 2011
08 e 09 de Abril de 2011
15 e 16 de Abril de 2011
13 e 14 de Maio de 2011
27 e 28 de Maio de 2011
17 e 18 de Junho de 2011
01 e 02 de Julho de 2011
Após estas datas decorrerão os diferentes estágios de observação durante os meses de Julho, Setembro e Outubro de acordo com o número de formandos.
O Cronograma poderá sofrer alterações por parte da Coordenação Pedagógica, sendo comunicado atempadamente.

Corpo docente

Alexandrina Lino, Mestre
Licenciada em Enfermagem. Mestre em Infecção em Cuidados de Saúde. Enfermeira da CCI do CHTS, EPE.
Amélia Ricon Ferraz, Prof. Doutora
Médica, Professora Associada da Faculdade de Medicina da Universidade Porto, Directora do Museu de História de Medicina da UP.
Armando Ribeiro, Dr.
Médico, Chefe de Serviço de Gastrenterologia do Hospital São João.
Catarina Lopes Brandão, Dra.
Médica, Assistente Hospitalar de Gastrenterologia do Instituto Português de Oncologia do Porto.
Fernando Castro Poças, Prof. Doutor
Médico, Assistente Hospitalar Graduado de Gastrenterologia do Centro Hospitalar do Porto / Hospital de Santo António. Responsável pelo Sector de Ultra-Sons do Serviço de Gastrenterologia do CHP / HSA. Professor Auxiliar Convidado do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Universidade do Porto.
Fernando Magro, Prof. Doutor
Médico, Assistente Hospitalar de Gastrenterologia do Hospital de S. João, Professor Auxiliar Convidado da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.
Francisco Baldaque, Dr.
Médico, Assistente Hospitalar de Gastrenterologia do Hospital São João.
Guilherme Macedo, Prof. Doutor
Médico, Director de Serviço de Gastrenterologia do Hospital de São João e Professor Associado Convidado da Faculdade Medicina Universidade Porto.
Isabel Pedroto, Dra.
Médica, Chefe de Serviço de Gastrenterologia do Centro Hospitalar do Porto / Hospital Geral de Santo António.
Mário Dinis Ribeiro, Prof. Doutor
Gastrenterologista do Instituto Português de Oncologia do Porto, Director da Escola Portuguesa de Oncologia do Porto, Professor Auxiliar Convidado com Agregação da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.
Miguel Mascarenhas Saraiva, Prof. Doutor
Médico, Director Clínico da ManopH. Professor auxiliar convidado do ICBAS.
Moreira Dias, Dr.
Médico, Director do Serviço de Gastrenterologia do Instituto Português de Oncologia do Porto.
Nuno Mesquita Abreu, Dr.
Médico, Assistente Hospitalar de Gastrenterologia do Instituto Português de Oncologia do Porto.
Paula Lago, Dra.
Médica, Assistente de Gastrenterologia do Centro Hospitalar do Porto / Hospital Geral de Santo António.
Pedro Bastos, Dr.
Médico, Assistente Hospitalar de Gastrenterologia do Hospital São João e Assistente Convidado da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.
Pedro Pimentel Nunes, Dr.
Médico, Interno Complementar de Gastrenterologia do Instituto Português de Oncologia do Porto e Assistente Convidado da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.
Rui Almeida Silva, Dr.
Médico, Assistente Graduado de Gastrenterologia do Instituto Português de Oncologia do Porto.
Sofia Serra, Dra.
Médica, Assistente Hospitalar de Anestesiologia do departamento de Anestesiologia do Instituto Português de Oncologia do Porto. Mestre em Anestesiologia e Terapêutica da dor.
Anabela Novais, Enfa.
Licenciada em Enfermagem. Enfermeira Responsável do serviço de gastrenterologia do Instituto Português de Oncologia do Porto.
Cármen Ribeiro, Enfa.
Licenciada em Enfermagem. A exercer funções de chefia no Hospital de Dia e exames especiais, do Hospital do SAMS, Lisboa. Vice-presidente da ANEED.
Célia Barbosa, Enfa.
Licenciada em Enfermagem. Especialista em Enfermagem Comunitária. A exercer funções no Bloco Operatório do Instituto Português de Oncologia do Porto.
Natália Silva, Enfa.
Licenciada em Enfermagem. Enfermeira a exercer funções no serviço de gastrenterologia do Instituto Português de Oncologia do Porto.
Paula Caldas, Enfa.
Licenciada em Enfermagem. A exercer funções no Serviço de Gastrenterologia do Centro Hospitalar do Porto / Hospital Geral de Santo António.
Sílvia Ferraz, Enfa.
Licenciada em Enfermagem. Especialista em Enfermagem Comunitária. A exercer funções no serviço de gastrenterologia do Instituto Português de Oncologia do Porto.
Sónia Barros, Enfa.
Licenciada em Enfermagem. Mestre em Ciências de Enfermagem. A exercer funções no Serviço de Gastrenterologia – Unidade de Técnicas, do Hospital São João.
Miguel Mascarenhas Saraiva, Prof. Doutor
Médico, Director Clínico da ManopH. Professor auxiliar convidado do ICBAS.

Emolumentos

Candidatura
50 Euros
Propinas
1.950 Euros ou 10 prestações mensais de 195 Euros.
(Cheques pré-datados)
20% Desconto para Cooperantes e funcionários da CESPU.
10% Desconto para Ex-alunos da CESPU, e para Instituições Protocoladas.
5% Desconto a pronto pagamento.