Introdução

A via aérea difícil é definida como uma situação clínica, onde um médico, mesmo bem  treinado, tem dificuldade em intubar  e manter ventilação manual sob máscara facial, ou ambos.  As principais sequelas associadas ao manuseio inadequado da via aérea difícil são: a morte, lesão cerebral, paragem cardiopulmonar, traqueostomia desnecessária. Segundo as recomendações da AMEC ( Airway Management Education Center)  e da  ASA (American Society of Anesthesiologists), dispomos de diversos cursos em simulação de casos clínicos, com manequim e modelos animal. Disponibilizamos quatro tipo de cursos certificados: Fundamental, Essencial, Difficult e Critical Care.

Data de realização do curso

23 de Março de 2018

Áreas de conhecimento

  • Enfermagem
  • Medicina

Estrutura curricular

  • Anatomia da via aérea
  • Avaliação da via aérea
  • Via aérea básica
  • Algoritmo da via aérea difícil e falhada
  • Laringoscopia e entubação 
  • Dispositivos extraglóticos 
  • Via aérea cirúrgica por cricotirotomia
  • Laringoscopia difícil 
  • Abordagem da via aérea em pediatria
  • Casos Especiais
  • Casos Clínicos

Acreditação(ões)

Certificado da EMAC - Airway World, com validade internacional de dois anos.

Documentação necessária de candidatura

Curriculum Vitae em modelo Europass (Consulte os documentos de suporte);
Fotocópia do Certificado de Habilitações; 
Preenchimento do boletim de candidatura (Consulte os documentos de suporte);
Fotocópia do Bilhete de Identidade, Cartão de Contribuinte ou do Cartão de Cidadão; 
Cheque ou comprovativo de transferência para o IBAN PT50 0033.0000.00048634338.29, no valor da candidatura.

Informação e contactos

CESPU - Formação
Rua Central de Gandra, 1317
4585-116 Gandra - Paredes
Tel. 224 157 174/06
info@formacao.cespu.pt
www.cespu.pt

Local(is) de formação do curso

Campus Universitário de Gandra - Paredes
Campus Universitário de Gandra - Paredes
R. Central de Gandra, 1317
4585-116 GANDRA PRD - PORTUGAL

Objetivos

Esta formação tem como objetivo geral que os formandos saibam intervir corretamente na abordagem da Via Aérea e VA Difícil, de acordo com as guidelines e recomendações internacionais instituídas.

Objetivos específicos:

Esta formação tem como objetivos específicos que os formandos: - Reconhecerem as estruturas anatómicas da VA; - Saibam avaliar e intervir de forma sistematizada na Abordagem da Via Aérea Básica e Via Aérea Avançada; - Saibam aplicar os algoritmos de VA difícil e falhada; - Saibam prever, identificar e intervir em situações de VA difícil e as suas complicações; - Conheçam e saibam colocarde dispositivos extraglóticos e supraglóticos, assim como saber em que situações se aplicam; - Saibam aplicar corretamente as manobras associadas à permeabilização da Via Aérea Básica e Avançada; - Conheçam e saibam abordar a VA com o auxilio da laringoscopia, videolaringoscopia e outros dispositivos de imagem na entubação; - Compreendam a importância da gestão dos parâmetros de qualidade na manutenção da VA e a prevenção de possíveis complicações associadas; - Saibam realizar via aérea cirúrgica por cricotirotomia; - Compreendam e saibam efetuar a confirmação/monotorização por capnografia; - Abordar e intervir em via aérea pediátrica.

Metodologia

O curso de 8 horas,  desenvolve-se em sala de aula e essencialmente em bancas práticas. Utiliza-se fundamentalmente o método activo com recurso a técnica de resolução de problemas e casos clínicos. 
O curso terminará com uma  avaliação teórica. 

Destinatários

Médicos e Enfermeiros

Candidatura e selecção

Inscrições até 23/02/2018

Ordem de inscrição

Nº de vagas para o curso

18

Carga horária

8 horas

Critérios de aprovação

A aprovação está condicionada à presença em todos os conteúdos do curso e à obtenção de classificação de 80% na prova escrita.

 

Cronograma

24 de Março de 2018

Corpo docente

Estevão Lafuente, Dr.
Licenciado em Medicina. Especialidade de Medicina Intensiva. Director da Unidade de Cuidados Intensivos Polivalentes do Centro Hospitalar Tâmega e Sousa (CHTS). Coordenador da Viatura de Emergência e Reanimação (VMER) do CHTS. Instrutor de ACLS pelo AHA. Coordenador do Grupo de Emergência e Reanimação.
Filipe Fernandes, Enf.

Licenciado em Enfermagem e Doutorando pela Universidade Católica Portuguesa, na área do Doente Critico.

Especialista de Carreira Docente, na área das Ciências de Enfermagem, Regente da Unidade Curricular (UC) de Enfermagem: Cuidados à pessoa em Situação Critica I (3º ano) e II (4º ano), assistente nas UC’s Enfermagem: Patologia Médica e Enfermagem: Cuidados à Pessoa Submetida a Intervenção Cirúrgica do curso de Licenciatura em Enfermagem na Escola Superior de saúde do Vale do Ave – CESPU

Formador da American Heart Association, para Suporte Básico de Vida; Suporte Avançado de Vida e Emergências Cardiovasculares, e ainda formador de Gestão de Crises e Catástrofes pelo SAMU Sevilha, Airway Management Education Center.

Coordenador Pedagógico da Escola Nacional de Formação Avançada em Reanimação, Trauma e Emergência, Coordenador Pedagógico da SEPRI, Coordenador pedagógico da CESPU formação , para a formação na área da emergência, Coordenador Pedagógico e Docente dos cursos de Pós Graduação em Emergência e Trauma, Cuidados Intensivos, Anestesiologia, Cuidados Intensivos Neonatais e Abordagem ao Doente Critico.